Objectivo: transportar as compras do dia-a-dia. Mas como fazê-lo de uma forma mais ergonómica para o homem e mais ecológica para o meio ambiente?
.posts recentes

. segunda animação (melhori...

. primeira animação do conc...

. programa, autoria e tecno...

. cartaz de apresentação do...

. proposta final de página ...

. livro de instruções da úl...

. integração do objecto den...

. dimensões do saco

. representação tridimensio...

. desenho rigoroso da forma

.arquivos

. Janeiro 2010

. Novembro 2009

Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
antes do objectivo, identificar os problemas - II

 

NOTICIAS, ESTATÍSTICAS E AFINS

 

País produz 18 bilhões de sacolas plásticas

Enviado em Nacional de De Bruyn | 1 de Março de 2009 por Ana Bizzotto - do Estado de S.Paulo

 

O Brasil produziu cerca de 18 bilhões de sacolas plásticas em 2007, a maioria fabricada com polietileno - produto derivado do petróleo que demora aproximadamente 500 anos para se decompor. Mais de 1 bilhão de sacolas são distribuídas todo mês pelos supermercados; 80% delas viram sacos de lixo doméstico e vão parar em aterros sanitários. Para tentar minimizar esse impacto, têm surgido no mercado campanhas com o objectivo de reduzir o uso das sacolas de plástico ou substituí-las por material oxibiodegradável, biodegradável e até retornável.

Não há, no entanto, consenso entre especialistas e pesquisadores sobre qual seria a melhor solução, seja por falta de estudos científicos conclusivos ou pela concorrência da indústria plástica, que, só em 2007, movimentou US$ 18,7 bilhões.

Apresentadas como “totalmente degradáveis” pelos fabricantes, as sacolas oxibiodegradáveis, por exemplo, dividem opiniões sobre as possíveis consequências de seu descarte. Feitas com a mesma matéria-prima das plásticas, elas recebem um aditivo pró-oxidante com sais metálicos, que acelera a degradação. Segundo a RES Brasil, distribuidora de um dos aditivos (o d2w) no País, a degradação ocorre em 18 meses. Há especialistas que contestam o benefício, alegando que os aditivos também poluem. “A realidade é que as sacolas plásticas quase nunca são recicladas devido ao seu baixo valor agregado”, afirma o presidente da RES Brasil, Eduardo Van Roost.

Representante da cadeia produtiva do sector plástico, a Plastivida critica o uso dos oxibiodegradáveis. “Mesmo os biodegradáveis precisam ser colectados e ter condições adequadas para se decompor”, diz o presidente da entidade, Francisco de Assis Esmeraldo, que defende a reciclagem. “Um quilo de plástico equivale a um litro de diesel. Esse potencial não deveria ser desperdiçado.”

Em estudo publicado no mês passado na revista Polymer Engineering and Science, o professor Guilhermino Fechine, do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Mackenzie, contesta a tese de degradação completa dos plásticos com aditivo. Ele comparou amostras de polipropileno, uma delas com pró-oxidante, com o plástico biodegradável. As amostras foram submetidas à radiação ultravioleta por 480 horas e, depois, enterradas no solo por 56 dias. Segundo Fechine, o oxibiodegradável se fragmentou, mas não totalmente. Em contrapartida, o engenheiro químico Telmo Ojeda testou os oxibiodegradáveis e obteve resultado favorável ao material. Ojeda usou critérios diferentes dos de Fechine, inclusive com exposição natural do produto por 12 meses. Para a especialista Lucia Mei, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o tema requer mais pesquisa. “Recomendaria mais estudos para termos estatísticas sobre sua decomposição final na natureza.”

Documento na íntegra no site www.ecoinformacao.com

Pagar por sacos plásticos reduz o seu uso para metade

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Aqui está um exemplo de uma situação que num primeiro momento gerou alguma contestação dos consumidores e que, afinal, está a dar bons resultados em termos ambientais: pagar por sacos plásticos em alguns supermercados reduz o uso para metade.

Toda a gente já o sabe na prática, mas aqui vão os números: nos supermercados que cobram pelos sacos plásticos de compras, a sua utilização cai quase para a metade. É o que revela um estudo da associação ambientalista Quercus, realizado em supermercados da Madeira.
Membros da Quercus estiveram à porta de vários estabelecimentos, a observar os clientes. E contaram, um a um, quem utilizava sacos plásticos novos ou recipientes reutilizáveis para carregar as compras. A experiência foi feita sem abordar os consumidores e sem que estes percebessem que estavam a ser observados. "A nossa ideia foi a de não condicionar o comportamento dos clientes", explica Hélder Spínola, dirigente da Quercus. Os resultados são evidentes. Dos supermercados que distribuem gratuitamente os sacos plásticos (Modelo e Hiper Sá), 95 por cento dos clientes saíam a carregar sacos novos e apenas cinco por cento traziam reutilizáveis. Já entre os clientes de supermercados que cobram pelos sacos (Pingo Doce), a proporção é de 51 por cento e 49 por cento, respectivamente. Os sacos gratuitos também estimulam o seu desperdício. Na prática, quem paga os sacos tende a aproveitar o seu volume - metade dos clientes (52 por cento) traziam-nos praticamente cheios, contra apenas 17 por cento dos consumidores que recebem os sacos gratuitamente. A Quercus quer que todos os supermercados alinhem pela mesma medida e defende "legislação que obrigue à cobrança de uma taxa por cada saco de plástico entregue". O Ministério do Ambiente chegou a sugerir, em 2007, uma taxa de cinco cêntimos sobre cada saco. Mas o Governo recuou e pôs na gaveta uma proposta de decreto-lei que já estava elaborada. A nível internacional, o principal exemplo é o da Irlanda, que em 2002 impôs sobre cada saco uma taxa de 15 cêntimos. Em três meses, a quantidade de sacos distribuídos nos supermercados caiu 90 por cento. Em 2006, apesar da taxa, o número de sacos por habitante subiu ligeiramente e o Governo irlandês decidiu aumentar o valor para 22 cêntimos. Todos os anos são distribuídas cerca de duas mil toneladas de sacos plásticos no comércio. (Ecosfera, 03.06.09)


Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384696

500 Razões Para Reciclar por Rokai Kolam

Sob o logo da Monster Bag TM é a inscrição: "1 ano, 1 shopper, 500 sacos". Isso é cerca de 10 sacos plásticos de compras por semana. 500 sacos não parecem quantidade muito até que um pesa os custos económicos, sociais e ambientais da produção de 1 saco plástico:

Os sacos de plástico requerem o uso de uma grande quantidade de recursos não-renováveis. O Ciclo de Vida do Instituto de Avaliação Ambiental estima que a fabricação de sacos plásticos requer quantidades significativas de energia e matérias-primas. Dois sacos plásticos exigem 990 kJ (kj) de gás natural, petróleo de 240 kJ e 160 kJ de carvão.

Os sacos plásticos poluem a atmosfera. A fabricação de dois sacos de plástico produz 1,1 kg de poluição atmosférica em forma de chuvas ácidas e smog. Assim, se um milhão de clientes diminuiu o seu consumo anual de saco plástico em 50 por cento, cerca de 15.100 toneladas de emissões de monóxido de carbono seriam salvas anualmente.

Os sacos de plástico matar a vida marinha. Neste século, cerca de 46.000 fragmentos de plásticos estão flutuando em cada quilómetro quadrado de oceano mundial. Como resultado, mais de 200 espécies de vida marinha, como baleias, golfinhos e tartarugas experiência substancial mata todos os anos devido aos sacos de plástico. O valor do pedágio de morte a milhões de pessoas anualmente. Em Terra Nova, mais de 100.000 criaturas marinhas morrem anualmente. Estes animais marinhos ingerem as sacolas erroneamente como alimento apenas para morrer por asfixia e afogamento. Pior, o saco de plástico ingerido permanece intacto, mesmo após a decomposição da criatura marinha, situada à espera de sua próxima vítima.

Doença espalhar sacos plásticos. O Centro Nacional para Doenças Infecciosas, do Environmental Literacy Council, e os E.U. Agência de Protecção Ambiental culpa sacos plásticos para o aumento das doenças transmitidas por mosquitos em todo o mundo. Por entupimento de esgotos, sacos plásticos criar água estagnada, que é o habitat ideal para mosquitos e outros parasitas capazes de propagação de encefalite, dengue e malária.

Os sacos de plástico não são biodegradáveis, mas são fotodegradáveis. Os sacos de plástico demoram cerca de 1000 anos para se decompor. Pior, os sacos de plástico photodegrade: ao longo do tempo se decompõe em seus polímeros de hidrocarbonetos tóxicos, eventualmente, contaminar a cadeia alimentar, como os polímeros venenosos lixiviar no solo e na água.

Os sacos de plástico matam. Em 2005, a cidade de Mumbai na Índia experimentou enormes cheias de chuvas de monção causando mais de 1.000 mortes. Os funcionários municipais culparam inundações destrutivos sobre os sacos de plástico que tinha entupido calhas e bueiros da cidade, prejudicando a água da chuva escorra para fora da cidade. Inundação semelhante aconteceu em 1988 e 1998, em Bangladesh, que a levaram a proibição de sacolas plásticas em 2002.

Os sacos de plástico são difíceis e onerosas para reciclar. Apesar de sacos de plástico podem ser reciclados, eles são mais comummente jogado na lata de lixo, uma vez que já não são úteis desde a reciclagem do plástico é caro. Primeiro, os sacos de plástico são feitos a partir de muitas diferentes resinas. Porque eles não podem ser misturados, devem ser classificados e tratados separadamente. Esse trabalho de processamento intensivo é caro nas economias desenvolvidas. Em segundo lugar, a maioria dos plásticos contêm estabilizadores e outros produtos químicos que devem ser removidos antes da reciclagem. Em terceiro lugar, a recuperação de resinas plásticas individuais, não rendeu muito material, já que apenas quantidades pequenas de qualquer dado de resina são utilizados por produto. Em suma, a reciclagem não é uma solução simples para diminuir o seu impacto ecológico negativo.

 




Comentar:
De
Nome

Email

Url

Guardar Dados?



Email

Password



Comentário

Máximo de 4300 caracteres




.mais sobre mim
.pesquisar neste blog
 
.Janeiro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
29
30

31


.tags

. todas as tags

blogs SAPO
.subscrever feeds